
Os olhos da cobra verde
Neste quadro verde-mato,
monótona nódoa transpassada,
há vida e morte entreparada.
Ébrio é o turvo ver da água
E não há nada de margens na estrada
o que há é
o sempiterno
ir de rio
rastro de cobra
latente rugir do ocultismo estrelar
ao sair da mãe d’alva
(Garça
do lago negro)
Sombrio
Nocturnes No.1 da Capoeira Devorada
que perdura...
Até o encontro da noite
com os galos que tecem a manhã desse verde-existir
Existir, que é palavra circular
Rastro de cobra
é também um pouco parte
de lago
com seu risco de luz
enfrestado pelo glauco cortinado
Estes olhos teimam em serem olhos d’água
Neste quadro verde-mato,
monótona nódoa transpassada,
há vida e morte entreparada.
Thiago de Melo
Hey! A estrutura? Cade? O que vc fez com o coiado? Pensou que escrevi daquele jeito só pq tava com preguiça de alinhar tudo a direita é? Ou que só foi pra ficar mais bonitinho?... hehe...
ResponderExcluirTo zoando... Sabia que ia ficar assim, por isso odeio blogs para postar poemas, mas deixei vc postar mesmo assim só pra ver se tinha algum jeito "mágico" (que vc, um cara dos blogs, poderia saber) de postar para não ficar tudo a direita.
De qualquer forma...vlew
Teh mais
Muito firme Thiago!!!!!!!!
ResponderExcluirBonito, confuso e intrigante!
ResponderExcluirContinuee!
http://princemorbido.blogspot.com
passa la depois? :D