Não me olhe assim!
Eu não sou um animal,
Talvez um homem criança
Uma coisa estranha para você
Talvez eu seja apenas
Uma sombra de algo real
Veja: humanos como máquinas
Eles marcham inconscientemente,
Em passo, e todos eles pensam que
São diferentes e no comando de suas vidas
Não me olhe assim!
Olhe fundo dentro de você
Quantas mazelas sociais
Você se preocupa com o que vê?
Você me pede para deixar-lhe só:
“Sou apenas uma alma á beira do abismo”
Mas o que você ainda não entende
È que as paredes da solidão
São as paredes do egoísmo.
sexta-feira, 7 de maio de 2010
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